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O CT SELF Gym focando sempre no CUIDAR e no compartilhar CONHECIMENTO (Núcleo de Ensino), criou este espaço para uma séries de dicas com base em discussões sobre artigos científicos e nutrição: 

Estas dicas são discussões sobre artigos científicos que muitas vezes nos ajudam a tirar dúvidas sobre assuntos básicos e que estão constantemente interferindo em nosso dia-a-dia e que, muitas vezes, nos ajudam a quebrar muitos paradigmas. 

 

Dicas sobre Discussão de artigos científicos: 

1) Exercícios sozinho ou supervisionado em indivíduos sobreviventes de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Ler dica!

 

 

Dicas da nossa nutricionista Regina Betoni CRN 31205 

Dicas sobre Nutrição: 

1) Reeducação Alimentar. Ler dica!

 

 BOXE - JIU JITSU - JUDÔ - MUAY THAI

Foto inserida como homenagem a este gigante do Jiu-Jitsu.

 

 

 

Jiu-jitsu brasileiro, Brazilian Jiu-Jitsu ou Gracie Jiu-jitsu é uma arte marcial, estilo de judô, desenvolvido pela família Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do jiu-jitsu (exceto o judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos torneios de artes marciais mistas (MMA), o UFC, nos idos da década de 1990.

Jiu-jítsu, jujitsu ou jujutsu (Ju,"suavidade", "brandura", e jutsu, "arte", "técnica"), é uma arte marcial japonesa (Budô) que utiliza como principais técnicas

golpes de alavancas, torções e pressões para derrubar e dominar um oponente. Sua origem, como sucede com quase todas as artes marciais vetustas,

não pode ser apontada com total certeza, o que se sabe por certo é que seu principal ambiente de desenvolvimento e refino foi nas escolas de samurais,

a casta guerreira do Japão.

Apesar do nome da modalidade ser jiu-jitsu, na verdade, a modalidade foi desenvolvida como especialização e ênfase das técnicas de controle e luta de solo, ne

waza e katame waza, e com menos ênfase às técnicas de luta executadas de pé, tate waza, das técnicas de judô, de Mitsuyo Maeda, representante direto do

Instituto Kodokan. Por não serem o foco principal da modalidade, os golpes de ate waza e kansetsu waza, acabam tendo papel coadjuvante e/ou intermédio para

a execução de um golpe final de submissão do adversário. O nome do estilo de luta da família Gracie permaneceu como jujutsu, porque na época em que os

irmãos Carlos e Hélio Gracie, principalmente, finalizaram seu repertório, o nome "judô" ainda não era de uso comum mas Kodokan jujutsu.

O criador do estilo foi, em princípio, Carlos Gracie, que adaptou o judô com especial apreço à luta de solo, haja vista que seu porte físico punha-lhe em severa

desvantagem contra adversários de maior porte. Partindo do princípio de que numa luta de solo, quando projeções ou mesmo chutes e socos não são eficientes,

mas alavancas, sim, o porte físico dos contendores torna-se de menor importância. Nessa situação, aquele que tiver mais técnica possuirá consequentemente a

vantagem.

Se não foram originais em adaptar uma arte marcial provecta, haja vista que no Japão isso já há muito ocorrera com o aiquidô e o próprio judô, oriundos do Jiu-

jitsu, com o caratê, oriundo do te-jutsu de Okinawa, ou mesmo no resto do mundo como o krav maga (Israel) ou a capoeira regional (Brasil), Carlos Gracie e

depois Hélio Gracie foram originais em criar um paradigma que prima pela efetividade. Comprovado o seu sucesso em competições, o Jiu-jitsu brasileiro serviu

de cerne do que viria a ser a modalidade artes marciais mistas.

Fonte: Wikipédia

Todos os depoimentos aqui divulgados possuem sua origem e conteúdo em documento escrito pela(o)  aluna(o). Estão a disposição para consulta na recepção.

MARIA CAROLINA DAMACENA MOREIRA - 32 anos (NOVO)

Descobri em 2015, por acaso, uma lesão nos discos da coluna lombar. Sentia dores tão fortes que às vezes não acreditava no que estava acontecendo comigo e me entristecia. Iniciei um tratamento intensivo: fiz fisioterapia, RPG, acupuntura, pilates, hidroginástica e hidroterapia. As dores melhoravam por um tempo, mas sempre voltavam. Para ajudar, o médico ainda determinou que eu emagrecesse aproximadamente 15 quilos para diminuir a sobrecarga da coluna.
Eu trabalho sentada e isso agrava ainda mais as dores. Fazer coisas simples passaram a ser um sacrifício... Levantar da cama de manhã era um problema: as mãos e os pés formigavam tanto que eu não os sentia, a sensação era de que queimavam. Levantar a tampa do vaso sanitário também não era uma tarefa fácil nos dias mais críticos...
Passei em consulta com o Dr. Carlos, da Ortho Centro e ele perguntou se eu já tinha pensado em fazer musculação e me indicou a Self Gym. Então pensei: será que ele não ouviu eu dizer que sinto dores fortes? Como vou treinar? Se não aguento pegar peso, vou fazer o que em uma academia? Além disso, lembrei das experiências que tive com academia em que davam o plano de treino na mão do aluno e diziam: "Vá ser feliz". Eu não sabia os nomes dos aparelhos e nem como eles funcionavam. Eu fazia essa tal musculação e no dia seguinte mal conseguia me vestir. No dia que conversei com o médico, fui à Self e conversei com o Zé. Ele me apresentou o espaço. Peguei o folder e fui pra casa. Olhava aquele papel quase todos os dias. Visitei o site em busca de depoimentos sobre pessoas que sentiam dores e treinavam.
Como não aguentava mais sentir dor, em março de 2018 aceitei a proposta do médico e fiz uma denervação na coluna. Ele disse que os resultados poderiam durar até dois anos, mas que dependeria do paciente... Me desesperei quando, após 4 meses, voltei a sentir dores. Precisava tomar uma atitude. Voltei à academia e no dia da avaliação fiquei surpresa quando o Cesar disse que dali em diante seríamos melhores amigos e tudo o que fosse relevante ele deveria saber. Ele conversou muuuuito comigo e diferente da avaliação física da outra academia, eu não precisei fazer abdominais e flexões em um minuto, para verificar minha condição física! Ao contrário do que aconteceu anteriormente, o Cesar foi bem sincero comigo. Pediu minha dedicação pelo menos duas vezes por semana e controle na alimentação, além do prazo de 8 meses.
Comecei a treinar e fiquei chocada quando percebi que era "humilhada" pelos senhorzinhos da 70, 80 anos, ou ainda pela Dona Cida – que me disse não saber o que é sentir dor... hahahaha
Percebi que a Self é um lugar diferenciado. Passei a me encontrar nos treinos, porque somos desafiados a nos superar constantemente. Os Professores são extremamente atenciosos e técnicos e isso não é característica de um Professor, percebi que TODOS são e é nítido que acreditam no trabalho que fazem, além de serem extremamente dedicados e sensíveis.
Minhas dores tem diminuído consideravelmente e minha qualidade de vida aumentado. Tenho plena consciência de que, em que pese o caminho ser longo, estou fazendo uma atividade que efetivamente oferece resultados. Logo, só me resta agradecer à toda equipe da Self Gym, desejar que sejam abençoados!

Muito obrigada e uma ótima semana a todos!

 

Marcos Roberto Zago - 59 anos 

Frequento academia a 20 anos. Musculação é o meu esporte favorito e venho da cultura de que, para obter resultados satisfatórios, inclusive para saúde, tinha que ter uma rotina de 06 dias por semana com treinos longos e exaustivos, e com tudo isso, o resultado demorava para acontecer.

Nesses 20 anos sofri várias lesões, muitas dores lombares e nas articulações, sendo a última em janeiro de 2017, quando rompi o tendão no ombro direito, apresentando muita dor, o que me levou a interromper toda minha rotina de treinos. No dia 12 de Janeiro de 2018 fiz a cirurgia de reparação. Após muita fisioterapia, o médico liberou para academia, mas era preocupante pois tinha perdido toda musculatura do braço e ombro direito por ter interrompido os treinos a mais de 12 meses e devido a cirurgia recente.

Fui apresentado ao CT Self Gym e passei por uma avaliação minuciosa e relatei toda a minha rotina anterior de treinos.

Estava muito inseguro, pois o pós-operatório foi traumático, mas na avaliação fui orientado a treinar no protocolo de treino da Self Gym e já percebi que ia contra tudo o que fiz nestes 20 anos.

Montou-se um treino personalizado, curto, e tive a orientação que bastaria treinar 03 vezes por semana. O resultado foi surpreendente já no primeiro mês. Hoje com 08 meses de treinos consegui recuperar toda musculatura, surpreendendo até mesmo o médico que acompanhou o pós-operatório, inclusive tive total melhora na dor lombar e articulações, superando a cada mês, sempre orientado e com supervisão dos excelentes profissionais qualificados da equipe Self Gym, dando todo suporte necessário.

Estou extremamente grato, pois não acreditava que poderia voltar a treinar e principalmente obter resultados de maneira tão rápida, eficaz e surpreendente. 

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